terça-feira, 10 de setembro de 2013

Seminário discute soluções para reduzir acidentes de trabalho em MT

Em: 22/07/2013 às 14:00h por Assessoria de Comunicação - Sistema Fiemt



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Mato Grosso lidera a lista dos Estados com maior número de morte por acidentes de trabalho no país. Segundo dados da Previdência Social, entre 2010 e 2011, foram registrados 130 casos, sendo 23% a mais se comparado com anos anteriores. Para debater este tema e encontrar soluções para esse grave problema, especialistas de renome nacional se reunirão em Cuiabá, juntamente com trabalhadores da indústria, para discutir Segurança no Trabalho. O palco das discussões será o ‘Protege’, 1º Seminário de Saúde e Segurança no Trabalho, que ocorrerá nos dias 8 e 9 de agosto, no Sesipark, das 08h às 16h. O evento é organizado pelo Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), por meio do Serviço Social da Indústria (Sesi-MT).
Dentre os temas que serão discutidos estão a redução dos riscos à saúde do trabalhador, gerenciamento de risco, resgate em altura e espaço confinado. O evento tem início às 8h, com palestra do médico Paulo Reis sobre gestão de afastamento de trabalho. O palestrante é pós-graduado em perícia médica e consultor de grandes instituições como a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Em seguida, às 9h30, o Corpo de Bombeiros fará simulação de combate a incêndio. Já às 10h30, o médico Eduardo Arantes falará sobre o retorno financeiro dos programas de promoção de segurança, saúde e qualidade de vida nas empresas. Arantes é especialista em Medicina do Trabalho pela Universidade São Francisco de São Paulo, Ergonomia pela Faculdade de Clínicas Médicas de Minas Gerais e em Gestão de Saúde pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Ainda no primeiro dia do seminário, às 14h, haverá discussões sobre resgaste em altura e espaço confinado com Elton Renan Fagundes, socorrista credenciado internacionalmente pela American Academy of Ortophaedic Surgeon e membro da Comissão de Estudos Temporária de Qualificação e Certificação do Profissional de Acesso por Corda (ABNT).
Às 15h30 haverá simulação de espaço confinado com o Corpo de Bombeiros e, às 16h30, o tema abordado será gerenciamento de risco, com o especialista em Segurança no Trabalho, Cláudio Szulcsewski. Graduado em Engenharia Mecânica, o palestrante é membro da membro da American Society of Safety Engineers ASSE, Des Plaines Illinois USA e da American Society for Industrial Security ASIS - Arlington – VA- USA.
No segundo dia de evento, às 8h, o engenheiro civil Gianfranco Pampalon falará sobre trabalho em altura. Professor de pós-graduação em Engenharia de Segurança, Pampalon é autor de várias publicações sobre prevenção de acidentes de trabalho.
Já no período vespertino, às 14h, o engenheiro civil Amadou Ngoumb Niang debaterá com os participantes a implantação de medidas coletivas no processo produtivo da indústria. Mestre em gerenciamento de projetos, o palestrante é especialista em acessibilidade para pessoas com deficiências e técnico em fabricação mecânica. No encerramento do evento, o Corpo de Bombeiros fará uma simulação de trabalho em altura. 

Fonte: sesimt.com

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Operário morre em acidente de trabalho numa pedreira

Segundo a fonte, tudo indica que o trabalhador se preparava para extrair granito das rochas com um martelo pneumático quando um deslizamento de pedras o atingiu pelas costas e o esmagou.

No local do acidente estiveram os Bombeiros Voluntários Flavienses e uma viatura do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), mas o médico declarou o óbito logo no local.

O corpo da vítima vai ser transportado para a morgue da unidade hospitalar de Chaves para ser autopsiado.

Quatro trabalhadores que também laboravam na empresa e que não se quiseram identificar disseram à Lusa, no local do acidente, que estavam a trabalhar noutra zona da pedreira e que não se aperceberam de nada, nem ouviram qualquer grito de ajuda por parte do colega.

Além disso, acrescentaram que só perceberam o que aconteceu quando viram a pedra em cima do operário.

Um dos responsáveis pela empresa Pedra Nossa - Granitos Naturais adiantou à Lusa que estão a ser apuradas as causas e as circunstâncias em que ocorreu o acidente e que será enviado um relatório à Autoridade das Condições do Trabalho (ACT).

Fonte: SIC Notícias

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Marfrig disse que descarregamento de químico foi feito em tanque errado

A Marfrig informou, por meio de nota, que o descarregamento do produto químico feito por uma empresa fornecedora no tanque do curtume, onde aconteceu o vazamento de gás que resultou na morte de quatro pessoas, na terça-feira, foi feito no tanque errado. Porém, as causas do acidente ainda são investigadas pela Polícia Civil e Ministério Público do Trabalho (MTE). Após o acidente, a Polícia Militar Ambiental (PMA) aplicou uma multa administrativa de R$ 1 mi, devido à poluição causada pelo gás.

Ainda segundo a assessoria da empresa, os trabalhos no frigorífico não foram prejudicados por conta do vazamento e seguem normalmente. Apenas a área do curtume, que fica a cerca de 500 metros do frigorífico, continua isolada para que os procedimentos técnicos para o retorno das atividades sejam feitos.

O vazamento do gás aconteceu enquanto era realizado o descarregamento de uma substância química em um dos tanques do curtume. Após o agente químico se misturar com outro componente que já existia no tanque, uma fumaça branca subiu e afetou diretamente quatro funcionários que acompanhavam o processo. Eles morreram na hora. O gás se alastrou e atingiu mais 28 funcionários. Três deles continuam internados na Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente, interior de São Paulo, em estado grave. Os demais já foram atendidos na Santa Casa de Bataguassu e, em seguida, liberados.

IRREGULARIDADE

Durante vistoria, o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul constatou que o funcionamento da empresa Marfrig era irregular. De acordo com o tenente-coronel Joilson de Paula, relações públicas dos bombeiros, a empresa não possui o aval do Corpo de Bombeiros para o seu funcionamento. A empresa terá 30 dias, sujeitos a serem prorrogados para 90, para apresentar um projeto que regularize a situação.